terça-feira, 3 de setembro de 2013

 Me coloco a pensar no propósito das coisas. Por que levantar? Por que estudar? Pra que o idealismo? Até onde ser diferente e destoada dos demais é normal e compreensivo? Quanto mais me coloco a pensar, mais descubro que quase nada tem sentido. Talvez eu seja apenas um hífen ambulante tentando encontrar uma palavra que ajude a me nomear e assim encontrar um significado.
 Hífen-escritora, hífen- professora de português, hífen normal. Na verdade  hífen não é apropriado pra me definir o mais certo seria mesmo um paradoxo ambulante que acorda e vai dormir sem saber o que é nem o que quer. Indefinida. Inexistente, talvez até mesmo um nada.
Todos se cansam de paradoxos no fim, se cansam de palavras soltas, de ataques de falta de personalidade. Como não se cansar? Até eu mesma canso do meu próprio paradoxo. 
 Me desculpe meu caro leitor, se te fiz perder tempo com tantas palavras, para variar vazias, queria apenas descrever o meu paradoxo. 

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