domingo, 21 de abril de 2013

Linhas e linhas de nada...


Então lá estão elas, linhas e linhas para serem preenchidas, escritas, desenvolvidas; entretanto nem uma única inspiração. Nada, nadinha de novo, apenas as mesmas palavras repetitivas a cercam por dias e dias que nunca parecem ter um fim. Tédio mortal até mesmo para escrever uma pequena palavra. Nada a inspira nem o amor, muito menos a vida, talvez vazia, por isso não exista a inspiração. Nada nem caminhos nem amigos, nada apenas aquele reflexo branco de uma folha vazia.
Com tantas possibilidades, reinos distantes para serem explorados, amores impossíveis que passam a ser possíveis, reencontros épicos, duelos, paixões, mortes, aventuras e ainda assim a inspiração não existe. Só flaschs de histórias que nunca são começadas e quando são não existe fim, pois não existe inspiração.
Tão frustrante quanto encher uma xícara de café, misturar leite e descobrir que o café já não está quente como deveria e não terá o mesmo sabor quando for tomado. Então, não resta nada a não ser esvaziar a xícara, assim como as idéias, vazias e sem valor algum. 
     

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