terça-feira, 30 de setembro de 2014

Para você vestibulando o meu Olá!

    Nada é mais intrigante do que a desilusão. Durante toda a vida escolar muitos sonham com a entrada na universidade. Sonham aqueles que podem sonhar, aqueles que podem estudar os que podem pagar. Para a minoria quando o Grande Dia chega tudo são flores, tudo é lindo o lugar onde podemos debater tudo e ao mesmo tudo não se fala sobre nada. 
    Para aqueles nossos colegas que não chegaram lá, o caminho para terminar a escola foi árduo. Não tinham pais ricos ou de classe média alta, logo não poderia compor a nossa restrita classe intelectual brasileira, á eles este texto é dedicado. 
   Na faculdade nos ensinam estruturas, nos ensinam como escrever corretamente, no meu curso nos ensinam como ensinar; também nos ensinam a descriminar, classificar por cursos: os que custam mais caro são os melhores os que custam mais barato são os sub cursos os pobres de amanhã, aqueles que serão governados com facilidade. 
   Muitos da elite acadêmica vivem na  bolha de ar do seu curso. Andam com o carro do ano que o papai comprou e esquecem-se daqueles que não podem e nunca vão poder estar lá e nada fazem para mudar a realidade porque é comodo, porque tem as suas coisinhas para fazer, sua cervejinha para tomar na sexta feira nos bares em frente á universidade.
   Aqueles que ocupam lugares políticos em diretórios acadêmicos e subjacentes não se importam com politica, não sabem se são de direita ou de esquerda. Hora são uma coisa, hora outra. Nada importa, só a diversão, as festas. Cada dia que passa mais gente assim se forma e sem lenço e sem documentos sociais ocupam diversos cargos, várias profissões. 
  Por isso meu caro leitor que ainda esta decidindo o que cursar ou você que faz idealizações românticas com a universidade, não se iluda, não se anime, não se engane. Não espere muito da classe universitária. Eu sinto muito... 

quinta-feira, 18 de setembro de 2014

          Eu não sei mais se alguém ainda lê os meus textos, a culpa de não saber é minha. Venho por meio deste post pedir para meus atenciosos leitores que me perdoem por favor. Do anos passado pra cá muita coisa mudou e eu sinto muito por te-los abandonado. Em consideração a você necessito explicar que atualmente não venho escrevendo o que é uma pena. Pretendo voltar e com muita vontade! 
         Atualmente não sou mais a adolescente de três anos atrás, mas vou continuar compartilhando os meus textos da mesma forma e preciso contar uma coisa: as coisas nem são muito diferentes não as responsabilidades aumentam e espero que a qualidade dos posts também. Atualmente, eu curso letras: Português/ Inglês. Já estou no segundo período o que indica que não sou tãaaaão ruim assim. ahahhahahaha. Obrigada por estarem sempre aqui. Eu sou mesmo uma "tonta" por ter abandonado o meu hobbie preferido no mundo todo. Bjos...

domingo, 22 de dezembro de 2013

 O que seria mudar se não o fato de passar a não ser mais a outra pessoa de antes? Sem enxergar coisas que não podiam ser vistas com mais facilidade e pareciam estar escondidas em um grande baú com um emaranhado de tantas outras coisas. E então, de tempos em tempos algo te mostra que as coisas não são como deveriam ser, não são como gostaríamos que fossem. 
 Descobrir que talvez a mudança tenha sido pra te transformar em algo que talvez você nunca gostaria de ter se tornado, nem encontrado dentro de si mesma. Não encontrar mais as palavras que antes acompanhavam quase todos os sentimentos, perceber que com a mudança até elas foram embora e então aquele caderno que antes era indispensável se foi para um lugar que nem é possível encontrar. Sim até elas se foram sorrateiramente, todas as palavras que tudo rodeavam por horas e noites intermináveis. Motivos, meros motivos Jamais precisei deles, jamais tive necessidade de um maldito motivo para nada! Nada! Nem para chorar ou até mesmo molhar meus óculos com lágrimas idiotas que não sei o porque de estarem aqui. Sempre estrago tudo, estraguei até as palavras. Pouco fiz para isso.
  Maldita mudança! Já não tenho mais vontade de salvar o mundo, já não me importo com nada a não ser meras e imuteis futilidades. O que me tornei? Escolhendo palavras? Censurando?  Nem mais minhas palavras podem conviver comigo após a maldita mudança, pois me tornei justo o que não queria tornar-me... O que será de tudo agora que me dei de conta da maldita mudança?   

sexta-feira, 15 de novembro de 2013

Tarefas...

Em alguns momentos da vida, nós achamos que não somos capazes de nada. Em outros momentos, achamos que tudo é possível não sendo, então depois de algum tempo descobrimos que as coisas são possíveis e podem ser realizadas e somos nós que complicamos. 
Cada pessoa no mundo foi designada para uma tarefa, muitas vezes é complicado descobrir para qual tarefa fomos designados, mas com o tempo depois que toda a teimosia passa parece que a decisão tomada foi a melhor e a mais fácil de todas. Parece, que aquela opção sempre esteve ali, sorrateira, só esperando para que você á agarrasse e fizesse dela um objetivo. 
 Uma hora ou outra vamos descobrir as nossas tarefas, quando descobrimos uma surge a próxima e assim é durante a vida toda. Todos os dias.... 

domingo, 6 de outubro de 2013

Todas essas pessoas do mundo inteiro...

   É tão engraçado que entre mais de 7 bilhões de pessoas no mundo inteiro você é uma delas? Ligada a muitas outras pessoas direta ou até indiretamente. Cada uma dessas pessoas tem uma vida, diferente da sua e da minha. Algumas delas estão em frente ao computador agora escrevendo, interagindo, lendo notícias, estudando. Outras não tem nem mesmo energia elétrica nesse momento e possivelmente nem tiveram o mínimo contato com um computador. 
 Pra nós não é possível imaginar a vida sem um celular, um computador, televisão e para algumas pessoas não é possível se imaginar uma vida com luz, aguá encanada ou até mesmo própria para o consumo. Como seria trocar de lugar com uma pessoa assim? Como seria sentir o que essa pessoa sente, ver o que ela vê? 
 O mais importante de pensar em tudo isso ou questionar é que, todas as pessoas que tem  limitações, que passam por necessidades, que não tem uma vida de conforto como a nossa,  também amam, também sonham, também se alegram em algum momento, mesmo com o pouco que possuem. 
 Todos são cada vez mais egoístas, poucos ajudam essas pessoas que estão em todos os lugares. Nem que não seja uma pessoa com necessidades, mas talvez até mesmo um amigo ou um conhecido que tem algum problema, ninguém está preocupado em saber o que é ou porque, se não for para tirar uma certa vantagem. 
  Procure ser mais amigável, sorridente, agradecido, mesmo que custe muito já é algo. As grandes mudanças começam com pequenas atitudes.  

domingo, 22 de setembro de 2013

O Suicídio de Leila...

      São 5 da manhã. Leila desperta do sono, sono agitado se é que poderia ter sido chamado de sono. No seu fone ainda tocam as suas musicas preferidas e em sua cabeça ainda esta a mesma ideia, porém agora tal ideia vai se concretizar. 
      Olha no celular, nenhuma mensagem. O mundo lá fora á muito já foi esquecido por ela. Seus pais não estavam em casa para variar, era o dia perfeito. Levantou-se colocou seu cd preferido para tocar, vestiu-se com sua saia xadrez preferida e uma camiseta dos Beatles, amarrou seus cabelos roxos em uma trança apesar de serem meio curtos. 
      Então, sem pensar em mais nada se dirigiu para a varanda do seu apartamento que ficava no oitavo adar em um prédio do centro da cidade. Subiu até conseguir ficar de pé olhando para baixo, onde não tinha nenhum movimento por conta do horário seu all star desbotado quase escorregou uma vez, mas o que ela queria mais do que a morte era sentir a sensação do suicídio. Como era esse momento de deixar para traz tudo que na verdade para ela já era nada a muito tempo.
     Apos esse tempo prolongado, ela fechou os olhos, abriu os braços e deu o impulso que a levaria para a morte. Se jogou da varanda e a queda era certa. Quando os vizinhos acordaram e começaram a saída rumo a vária coisas a serem feitas encontraram leila na calçada com uma camiseta antes branca, agora vermelha com o sangue, mas ela ainda respirava. Até mesmo no suicídio ela falhara.  

domingo, 8 de setembro de 2013

Verdade ou Mentira?

      Poucas coisas na vida são valorizadas. Sentimentos quase não valem nada, sonhos são desperdiçados, ideias são jogadas na lata de lixo da alienação. Quase tudo que é feito é moldado para que nós tenhamos pensamentos que não são os nossos: revistas, jornais, programas, novelas e até mesmo livros. 
     Todos se preocupam com as tendencias. Tendencias de vestir, tendencias para ser e tendencias para pensar, todos querem se tornar uma tendencia, sem se importar com qual é a do momento. Além das tendencias, existem as informações que são compradas diariamente. Cuidado. Nem todo que vemos e assistimos realmente é. 
    Algum tempo atras, pensei generalizar alguns assuntos hoje, percebo que é melhor generalizar, porém com a verdade do que manipular com mentiras encaixadas para que pessoas mau informadas comprem a notícia errada. 
    Esse mundo é mesmo uma mentira daquelas bem mal contadas. Como viver em uma sociedade onde não se sabe se a verdade é verdade e a mentira é mesmo mentira?